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quinta-feira, 9 de abril de 2015

Cinderela









Pairando
sobre
tochas ardentes

entre valas
de suicídios


Questões flutuantes

vão a 
minha mente

São túmulos
de alegria

nesta noite vazia

Discernindo
o que

prova

vel

mente

neste lugar
sombrio
fico



de sentir
a força em minha
paciência

Algo vêm

a  ausência

de estar

naquele

estouro

que partiu

o entorno

e quebrou meu

sapato

de cristal

Eu vi

amalciçoado
eu vi

a  barganha qie  fizeram

com meu
cristal
arrumado

neste
cetim

ao lado

do esquife



Eu fiz

de tudo para

mudar

e  ao longe  de

um instante

voltei

e troquei

de  mim 
mesmo

o calmo arejar

de uma fuga

para a 
realidade

Verde

o  cadarço

do sapato de marfim



Asssim

morro

de tédio

e esvcrevo

de novo

para alguém que gosto

no  fim do mundo