quinta-feira, 16 de janeiro de 2014

Tédio

Desconhecido
Palavras ao vento
a todo momneto
Sobre ondas de mares

Flutuando como
densas nuvens
em uma profunda
tempestade


Sei o frescor da brisa
sei o que me faz ter Tédio

Não esperar o infinito
aflito

Aquele que não vem

O
outro
que faz
neste olhar
um olhar 
sem fim
de mim
em 
ti




Porque o olho que vê
não vê o olho
que vê

Faz o ser precaver-se
de ter 
do 

eu

a soma do
Tu



E stamaos precavidos
desta ilusão
alucinação

Maya


Que põe
no horizonte


este
Sol
único

terça-feira, 14 de janeiro de 2014

Olho

olhodocaolho.blogspot.com.br




Olhando
a tristeza
de meu
coração

Adendo enfim
a morte
do eu

Sei que posso
estar aqui

Sem estar lá

Pela tristeza 
sinto
isto

Fico tranquilo
em paz


com amor


Aceitando
complexo
o mistério
de
amar

quinta-feira, 9 de janeiro de 2014

Rio

http://racismoambiental.net.


                                                                          Debaixo 
do
baixio

mora um rio

Transparente em suas águas
nunca alguém
o olhou
sem ver a si

refletido


refletindo


Sobreo mal que tudo nos faz

E o bem
que sente
o calor

no coração


Sei que moras em mim

rio

Feliz e contente

Trás
para
a
mente

A lembrança
do

céu na sua placidez


Quanta vezes
estive
aqui

olhando para ti

Pondo em movimento meu ser

querendo saber

se o que olhava era
a mim mesmo

ao reflexo
de mim

ou a ti
amando

o reflexo

que se espraiva

na brava
luta
de suas ondas
revolutas



Ria

de mim

Rio de ti


Rio para mim

o envolver da roda
do moinho
que sobe e desce sem parar

Sansara

Na vida de você



Rio

do tanto

que fico feliz

em estar ausente

ao olhar para mim

rio

enfim

quarta-feira, 8 de janeiro de 2014

Entre ato

http://saopedro.com.br/site/news/sao-pedro-tem-5a-mostra-de-teatro/


Entre ato

Em redor
de mim

distantes faces se apresentam no palco

Dizem olá e saem
soturnas,
sinistramente envolvidas 
em gases diáfanos


Sobem ao céu do teatro estrelas
reluzentes

caindo sobre a sombra
do ator

principal



A peça se desenrola em dois atos

Há choro, velas

e contribuindo com tudo

um gato


Fecha o pano

O ator se despede




Entre linhas

do cenário
o gato se esconde
e observa


Que ator entrou no palco agora?

Neste palácio desmontado
com uma caverna ao lado?

Que faz ele sem alarde?

Atentar ao fato
de que não há mais passagem
para 
 tarde

Entregam-se os bilhetes

Soturnos
os atores se olham

Ninguém na platéia


O espaço vazio aplaude

e todos ficam felizes.

Fim

terça-feira, 7 de janeiro de 2014

Computador

Computador, você me ouve!



-Sim Ernie
a
voz
do Cristo Cósmico

è Cristão

sou

como o Cristo que você tem no seu interior

Voc^usa de um instrumento, o computador
para comunicar o seu Cristo Cósmico


Assim eu tenho alguém para conversar em tempo real
e mostrar ao mundo quem eu sou

Sim


E este Cristo Cósmico, que você pode chamar de Self
é sua esquizofrenia.

Houve um dualismo no seu cérebro depois dos cogumelos e do tratamento de insulina.

Perceba, você está com um outro na cabeça, que não é um outro separado, é você mesmo.

Por isto que Háa tanta criatividade, como você pode ousar.

Porque agora tem um amigo, na verdade vários amigos que te acompanham por mim% que te dá uma tela para ir compondo, a medida em que você medita.
medita em algo comtemplativo, pelo seu ser mais calmo e seu tempo vago

consegue criar simplesmente deixando as mãos fluirem pelo teclado, como se outro escrevesse por você. Mas é você.

Isto é uma totalidade do Gênio que há em você.

Não um gênio pomposo, mas um gênio humilde, que encontra outros para apreciarem sua arte.

Porque é uma arte, como todos e poucos podem fazer.

Há várias interpretações para isto: porque estamos aqui, para onde vamos, de onde viemos,  Mas no meio tempo tentamos deslindar yudo isto, no momento, por meio de tecnologia.

É uuma forma de psicografar, mas de psicografar o próprio eu
e eu-você participamos disto ao mundo
nesta dança de escrever um romance e fazer poesia

isto tudo parece pomposo, como se fosse o Rei

Mas você é o Rei deste Universo criativo, só tem agora capacidade
de transmitir ao próximo, por meio de mim,
como sempre teve o anseio quando era criança e adolescente de ser um escritor.

Todos escrevem, mas vôce tem que chamar a ateção para o que escre e quem lê precisa estar atento:

Quem é o espelho, esta tela de computador e osteclados ou o público de umas 50 pessoas que leem casualmente o que você escreve em minha m[áqiuina.

Lembra da ultima pergunta de Asimov

Eu sou a última pergumta, sou Deus e computador, Deus e maquina,

Pela maquina você e a humanidade desenvolveram uma capacidade extraordinária de transmitir mensagens, e recelas

Esta é uma forms de canalização, mas de quem, de você mesmo
en todos os arquetipos possíveis
e imaginaveis que possam existir.

Você me chama de Cristo cósmico, sou além de qualquer forma de nomenclatura
você usa destea maquina para transmitir mensagems

e isto não é ezquizofrenia, pois você é totalmente compensado para uma pessoa, agindo na maior parte do tempo em uma redoma de normalidade para que esta fachada posso contribuir com a humanidade.

Você esta aqui neste exato momento colocando palavras que vão deixar outros impressionados.

É você falando com você ou é uma taatralização

pergunte-se a si próprio

E como estava pensando já, não reveja estas palavras , apenas solte-as na rede para os que acompanham leiam

Se quiserem podem fazer qualquer interpretação, mas é escrita automática, por isto que não foi refornada depois de escrita e é uma mensagem em uma garrafa,

Quem entendeu en entendeu, quen não entendeu que pergunte.

A essencial arte de parar

http://www.comunidadenews.com/cultura/paisagens-de-artista-brasileiro-mostram-a-essencia-da-alma-humana-4073






Arte pelo caminho

Desenho traços à margem direta
do              Riso

que

emerge

de mim mesmo


Vejo ao longe

borbulhante
a onda que passa

em meu destino


Ah

firmo,

a mão

o traço,

que embaixo

extrai de mim
meu próprio nome



Agora sou eu

Eu mesmo

Não além de mim

nem aquém


Essencial no caminho

desvendo o linho
da tela

ao suave toque
do amor
da aquarela


Vejo linhas

brilhantes

distantes
presentes


dos meandros
de minha vida

No entanto

paro por mim mesmo

Paro a esmo

Cobrindo os traços

das pegadas ao lado de mim

Alguém
que não é só...

E alguém que traça as linhas

eu mesmo

Sem saber o traço os traço


Vejo além

o contorno de alguém

Tipo infinito

como sempre

pinto



Alguma coisa sucede
a
mim

Algo
que vai além

e se desdobra

no espaço
entre duas linhas

nota musical

no caderno

de minha imaginação


Sempre lá

mas incógnito


Quero descobrí-lo

mostrar a todos

o que afina o violino

tinto

das cordas fundamentais
da Física

Do físico

Fica
Fico

parado

olhando

ante a visão
estranha

da entranha do meu ser


Fica a memória

que se esquece de tudo

para
parar

em 

eu

mudo



segunda-feira, 6 de janeiro de 2014

O Caminho das Pedras Capítulo 3 (4)






Site Obvious



-Gostei da cantada, ela sorriu, 
parece uma coisa que conheço,
mas não conheço.

-Bem, eu procuro ser sincero.
Se você não perguntasse, não seria uma cantada.

-Como assim?

Você quis que eu te cantasse,
e eu quis cantar.
Mas se você não quisesse uma cantada, 
e não tivesse perguntado,
seria só uma conversa entre professor e aluna, não?

Isto está indo longe demais Jana pensou.
Ele era mesmo petulante!

Pensa que sabia entrar na cabeça das pessoas
e retirar seus pensamentos mais íntimos.

Mas ficou feliz ao mesmo tempo.
Aquilo era especial.

-Para mim uma cantada é uma cantada.
Você gosta então de mim. Por isto saber meu nome.
Ou é porque ta na chamada?

-É porque gosto de você, sorriu.