sexta-feira, 17 de maio de 2013

Mafeking



O grande jogo começara
BP
estava Lá

Sol-bemol cantava
para os soldados
armados

A população
ouvia a canção
 de Mafeking
no coração

Canhões troavam
carregados de pólvora
Rataplam!

BP reagia com maestria

Usando o perfil
varonil
comandava o teatro
com tato

No Xadrez da guerra
na tocaia espera

Minúcias mil
em seu espírito valente

Tente
disse aos valentes

Combateremos na sombra

Inquietos os inimigos
não ousavam

Pois BP
em arte e manha
fazia canhão de pregos
em tiros corretos

Na hora certa espera,
o cerco também
Alguém para romper
do além
mar

Espera a reserva militar
romper o cerco,
tentar

Em Mafeking
fazia metralhadoras mil
com apenas uma







Regrados,
jovens soldados
sem armas
criam no espírito de BP


Jovens demais
não podem morrer,
o que fazer?

BP olhou
e permaneceu calado

Tantos heróis para tão pouco ato?


Jovens capazes

jovens audazes

Bombas caindo
bicicletas voando

Sou mais rápido do que elas
disse o jovem
na guerra

Troar de canhões
pólvoras eternas

Cercados em Mafeking

Outros heróis
em outras guerras

Eternas?

Soa o sinal
o jogo acaba afinal

Abertura de peões
no jogo do Rainha

Vitória!

Glória!

Herói nacional
não se sente
tal

Cansado da guerra
espera

Que mais fazer além de guerra?




Meninos heróis!

cantando bemóis!



buscando a trilha
na segurança da Jangal

Akelá
aguarda

O velho lobo
uiva o sinal

Inpisa
nunca dorme!

Morse!

Rataplam!

Scouts!
e
Escoteiros
Escuta!

Exultam
no herói
 e segue os passos
 na jornada 
das bicicletas aladas





Na segunda vida

trouxe as paz

Para os de traz

Aqueles
que viveram

para ver o amanhã

Tantos Scouts

Como  guerreiros sem armas
apenas palavras

E o dever para com o próximo
movimento
no momneto
da audição
do Si-bemol
da canção

Então
os clarões dos canhões

retubaram tambores

e os píferos de
Pan

panculturais





Armstrong na Lua

Aguia nua

comteplando a Terra

azul e bela!

Hoje Astro nautas
Cosmo nautas
singrando o universo

Internacionais na estação
que na expansão
das fronteiras
para novas trilhas e rumos
seguem a Flor de Liz

Rumando ao norte e ao sul
deste planeta azul

Pioneiros
neste admirável
Mundo Novo

Entendo o erro

Nasa





 Érro
e
entendo

A poesia
vazia

do céu sem níveis

Azuis e amarelos

Eternos


Galáxias mil

Nebulosas paisagens

No
infinito céu anil


Abriu a porta
retorna ao lado
veja o trato
do trator que caminha
na estrela
sozinha
trazendo a si
o raio que atrai




Tantas estrelas
tantos planetas

E eu só


Aqui no meu mundo

agindo profundo

sem me importar com o
acaso

Que aqui

faço

I am not busy

quinta-feira, 16 de maio de 2013

Erro e aceito


Todas as
manhãs


acordo

E reverto o erro

do medo

Vejo o Universo ao lado
alado


Minha mente
se cala

E fala 
Deus
Universo

dentro
de mim

e ao meu lado

Reverbera o sino
em Cassino
Reverbera o monte
que guando 
chegamos
o bombardeio de
Treblinka
assassinou


Não assassino

assino



Há sinos tocando na Catedral

Sinos de Belém

No Brasil
e  Jerusalém


Tanta falta do mosteiro

Mas a terceira ordem
de Francisco
diz
que o Mosteiro 
está aqui

Aqui na casa

dos que casam

E vivem felizes para sempre

no Universo ao lado
com vizinhos amados


Acredito no fardo

pois ao lado está o outro

que no diálogo
seduz

sem cruz


que ofereça
a dor
sem amor



Sinto muito a solidão

Então
ao meu lado

o dardo
machuca o coração

Cupido

E o sangue quente
amorna o coração
frenquentemente
de Adão


Dá de tudo
sem
luto

Oferece
a prece

sem medo


Acredita no
céu
na terra

e na esperança

da

criança


Vou então para o
quarto
e oro ao meu lado

com
Deus calado

ouvindo
minha prece

Ele diz


Não se apresse


O muno muda


E mudo fico

Sem medo do erro

pois o erro conduz

ao alvo

caminho

do

salvo




terça-feira, 14 de maio de 2013

O que fazer?

                                                                                                       NASA




O vento soprando sobre estas paragens
relembra meu início
há muitos e muitos 
anos

Quando ainda me encontrava preso
a esta vida

O amor era algo
inevitável para mim

Mas quando enfim
o alcançaria?

Num determinado dia
ao longo da minha infância
o sentido nasceu

Do vento
a lembrança da eternidade

Perdida e buscada
a eternidade se tornou
o ponto para mim

Aquela de onde vim
e retorno

Há muitos e muitos tempos
perdidos à distância




A ideia gerou em mim
a ambição de poder explicar

O fim estava a Kilometros
de distância

Mas a verdade surgiu

inesperadamente



O meu universo se altera
é inevitável

Mas as lembranças 
são repetidas
em continuum


A morte não existe

Separa as eras 
e as memórias

Mas não existe

Nem há existência sem ela



Existe
multiplica 
e adiciona
ao ato
a
criatividade

Atua sobre
e adiciona ao ato
a criatividade

Atua sobre o indivíduo
e a humanidade

Importa

Mas sem o desejo
obscuro
de distrair
o mistério



A beleza de criação
não explicá-la
 é
amor


O entendimento se altera
com a pergunta

é o início
que prenuncia o fim


Aos que amam
 a verdade
é passada
além do mistério
das vozes ao vento

Além do mar
está o domínio do mar

sobre as ondas paira o silêncio da morte


Nunca houve ser humano

não Crístico

capaz de humilhar ao outro
sem ignorar sua própria
essência

Estas palavras,
Estas palavras

Não são ditas 
com o sentido pleno
da verdade


Refeito a partir de uma escrita de 9/11/99




Luto


Pirâmide maia de 2.300 anos é destruída por escavadeira

  • Jaime Awe/AP
    Jaime Awe, chefe do Instituto de Arqueologia de Belize, olha para os buracos no templo Noh Mul feitos por uma escavadeira
    Jaime Awe, chefe do Instituto de Arqueologia de Belize, olha para os buracos no templo Noh Mul feitos por uma escavadeira
Autoridades de Belize, na América Central, confirmaram nesta terça-feira (14) que uma escavadeira destruiu uma das maiores pirâmides maias do país durante a construção de uma estrada.
O chefe do Instituto de Arqueologia de Belize, Jaime Awe, disse que o templo Noh Mul foi destruído quando operários de uma empreiteira buscavam cascalho para preencher buracos na estrada antes de ela ser pavimentada.
Construído na era pré-colombiana, o templo datava de 2.300 anos atrás e apenas uma pequena parte da pirâmide permaneceu de pé.
A polícia diz que está investigando o incidente, mas arqueólogos belizenhos afirmam que esta não é a primeira ocorrência de um incidente desse tipo.
"A destruição de montes maias para preenchimento de estradas é um problema endêmico em Belize", diz o professor Normand Hammond.
Arqueólogos locais disseram que foram alertados sobre a destruição no fim da semana passada.
O complexo maia está localizado em terras particulares, mas de acordo com a legislação belizenha, quaisquer ruínas pré-hispânicas estão sob  proteção do governo.
Segundo John Morris, do Instituto de Arqueologia de Belize, os operários sabiam o que estavam fazendo.
"É inacreditável que alguém de fato tenha tido o descaramento de destruir esta construção. Não há, absolutamente, nenhuma possibilidade de que eles não soubessem que aqueles eram montes maias".
Promotores locais consideram apresentar acusações criminais contra a empreiteira

Gol

Ernesto Lima









                                                                          Cansada 
da bola

enrola
a teia

imagem
do fim?

Ou 
                                                                            espera     
da esfera?