sexta-feira, 17 de maio de 2013
quinta-feira, 16 de maio de 2013
Erro e aceito
Todas as
manhãs
acordo
E reverto o erro
do medo
Vejo o Universo ao lado
alado
Minha mente
se cala
E fala
o
Deus
Universo
dentro
de mim
e ao meu lado
Reverbera o sino
em Cassino
Reverbera o monte
que guando
chegamos
o bombardeio de
Treblinka
assassinou
Não assassino
assino
Há sinos tocando na Catedral
Sinos de Belém
No Brasil
e Jerusalém
Tanta falta do mosteiro
Mas a terceira ordem
de Francisco
diz
que o Mosteiro
está aqui
Aqui na casa
dos que casam
E vivem felizes para sempre
no Universo ao lado
com vizinhos amados
Acredito no fardo
pois ao lado está o outro
que no diálogo
seduz
sem cruz
que ofereça
a dor
sem amor
Sinto muito a solidão
Então
ao meu lado
o dardo
machuca o coração
Cupido
E o sangue quente
amorna o coração
frenquentemente
de Adão
Dá de tudo
sem
luto
Oferece
a prece
sem medo
Acredita no
céu
na terra
e na esperança
da
criança
Vou então para o
quarto
e oro ao meu lado
com
Deus calado
ouvindo
minha prece
Ele diz
Não se apresse
O muno muda
E mudo fico
Sem medo do erro
pois o erro conduz
ao alvo
caminho
do
salvo
terça-feira, 14 de maio de 2013
O que fazer?
NASA
O vento soprando sobre estas paragens
relembra meu início
há muitos e muitos
anos
Quando ainda me encontrava preso
a esta vida
O amor era algo
inevitável para mim
Mas quando enfim
o alcançaria?
Num determinado dia
ao longo da minha infância
o sentido nasceu
Do vento
a lembrança da eternidade
Perdida e buscada
a eternidade se tornou
o ponto para mim
Aquela de onde vim
e retorno
Há muitos e muitos tempos
perdidos à distância
A ideia gerou em mim
a ambição de poder explicar
O fim estava a Kilometros
de distância
Mas a verdade surgiu
inesperadamente
O meu universo se altera
é inevitável
Mas as lembranças
são repetidas
em continuum
A morte não existe
Separa as eras
e as memórias
Mas não existe
Nem há existência sem ela
Existe
multiplica
e adiciona
ao ato
a
criatividade
Atua sobre
e adiciona ao ato
a criatividade
Atua sobre o indivíduo
e a humanidade
Importa
Mas sem o desejo
obscuro
de distrair
o mistério
A beleza de criação
não explicá-la
é
amor
O entendimento se altera
com a pergunta
é o início
que prenuncia o fim
Aos que amam
a verdade
é passada
além do mistério
das vozes ao vento
Além do mar
está o domínio do mar
sobre as ondas paira o silêncio da morte
Nunca houve ser humano
não Crístico
capaz de humilhar ao outro
sem ignorar sua própria
essência
Estas palavras,
Estas palavras
Não são ditas
com o sentido pleno
da verdade
Refeito a partir de uma escrita de 9/11/99
Luto
Pirâmide maia de 2.300 anos é destruída por escavadeira
- Jaime Awe/APJaime Awe, chefe do Instituto de Arqueologia de Belize, olha para os buracos no templo Noh Mul feitos por uma escavadeira
Autoridades de Belize, na América Central, confirmaram nesta terça-feira (14) que uma escavadeira destruiu uma das maiores pirâmides maias do país durante a construção de uma estrada.
O chefe do Instituto de Arqueologia de Belize, Jaime Awe, disse que o templo Noh Mul foi destruído quando operários de uma empreiteira buscavam cascalho para preencher buracos na estrada antes de ela ser pavimentada.
Construído na era pré-colombiana, o templo datava de 2.300 anos atrás e apenas uma pequena parte da pirâmide permaneceu de pé.
A polícia diz que está investigando o incidente, mas arqueólogos belizenhos afirmam que esta não é a primeira ocorrência de um incidente desse tipo.
"A destruição de montes maias para preenchimento de estradas é um problema endêmico em Belize", diz o professor Normand Hammond.
Arqueólogos locais disseram que foram alertados sobre a destruição no fim da semana passada.
O complexo maia está localizado em terras particulares, mas de acordo com a legislação belizenha, quaisquer ruínas pré-hispânicas estão sob proteção do governo.
Segundo John Morris, do Instituto de Arqueologia de Belize, os operários sabiam o que estavam fazendo.
"É inacreditável que alguém de fato tenha tido o descaramento de destruir esta construção. Não há, absolutamente, nenhuma possibilidade de que eles não soubessem que aqueles eram montes maias".
Promotores locais consideram apresentar acusações criminais contra a empreiteira
domingo, 12 de maio de 2013
NÔ
Solitário
no meu quarto
parto enfim
para meu ato
Ato o nó
de estar só
Ator Nô
Lerdo ato
Fato
Teço a teia
média
deslindo farto
novo ato
Nô
Nó de pinho
e carinho
cheiro de madeira
portuguesa
Tecido em Portugal
Delfim Narval
Delfim Narval
Lenço distante ao vento
Tento
Deslindar a teia
sentir na veia
o que jamais
senti
Estar só
e junto
Julgo ser
o meu ser
desviante da paixão
Para a paixão de Portugal
Porto
vinho
distinguo
tramando a teia
cadeia de fatos
fados
tecidos à mão
Manchados
urdidos
Fundidos
Tantas coisas
Além
e boas
Muitas lembranças
de cravos e Amélias
cem dúvida
traz os montes
de onde
nasci
Nóbrega
E tu
urdida
no espaço
faz traços
repete o
ministério
da arte
destarte
Mais que isto fico mudo
pois além de tudo
mudo
Além
e boas
Muitas lembranças
de cravos e Amélias
cem dúvida
traz os montes
de onde
nasci
Nóbrega
E tu
urdida
no espaço
faz traços
repete o
ministério
da arte
destarte
Mais que isto fico mudo
pois além de tudo
mudo
Mãe

decida
Se quer ser alguém
que faz tudo
ou esconde
o lado
escuro
de trato
Amo a Deus
na terra
sem guerra
Sinto muito
se as flores murcham
Mas além delas
o raio
parte
e reparte
o lado certo
no eterno
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