domingo, 12 de maio de 2013

Solitário
no meu quarto
parto enfim
para meu ato

Ato o nó
de estar só

Ator Nô


Lerdo ato

Fato

Teço a teia
média

deslindo farto
novo ato



Nó de pinho
e carinho

cheiro de madeira
portuguesa

Tecido em Portugal
Delfim Narval

Lenço distante ao vento
Tento

Deslindar a teia
sentir na veia
o que jamais
senti

Estar só
e junto



Julgo ser
o  meu ser
desviante da paixão

Para a paixão de Portugal


Porto
vinho

distinguo




tramando a teia

cadeia de fatos

fados

tecidos à mão

Manchados
urdidos

Fundidos


Tantas coisas

Além
e boas



Muitas lembranças

de cravos e Amélias


cem dúvida

traz os montes
de onde

nasci


Nóbrega





E tu

urdida

no espaço

faz traços


repete o
ministério
da arte


destarte


Mais que isto fico mudo

pois além de tudo


mudo



Mãe

Além da vida

decida

Se quer ser alguém
que faz tudo

ou esconde
o lado
escuro
de trato

Amo a Deus
na terra

sem guerra


Sinto muito
se as flores murcham

Mas além delas

o raio
parte
e reparte

o lado certo
no eterno

sexta-feira, 26 de abril de 2013

terça-feira, 16 de abril de 2013

sexta-feira, 12 de abril de 2013

Eu mudo



O caminho está presente

Em momentos se vai
e não prestamos
atenção

Atentos
Sabemos que o caminho está


Bem estar
é ser calmo
consigo mesmo
 eu conheço

Procurar pelo oculto
quando o oculto

é claro


Não nescessário


Após tudo

Mudo









quarta-feira, 10 de abril de 2013

terça-feira, 26 de março de 2013

NOVOS TEMPOS...NOVAS ORDENS!!







NOVOS TEMPOS...NOVAS ORDENS!!